quinta-feira, 5 de novembro de 2009

FOTO DE MINHA FORMATURA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL

DEFINIÇÃO BRASILEIRA

* São consideradas crianças portadoras de altas habilidades as que apresentam notável desempenho e/ou elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos, isolados ou combinados:
- Capacidade intelectual superior
- Aptidão acadêmica específica
- Pensamento criador ou produtivo
- Capacidade de liderança
- Talento especial para artes visuais, dramáticas e música
- Capacidade psicomotora

HABILIDADE INTELECTUAL GERAL:

* curiosidade intelectual, poder excepcional de observação, habilidade de abstrair mais desenvolvida e atitude de questionamentos.

DEFINIÇÃO DA PESSOA PORTADORA DE ALTAS HABILIDADES

"Altas Habilidades referem-se aos comportamentos observados e/ou relatados que comfirmam a expressão de traços consistentemente superiores em relação a uma média (...) que permanecem com frequência e duração no repertório dos comportamentos das pessoas, de forma a poderem ser registrados em épocas diferentes e situações semelhantes".

(...) "Esses educandos apresentam envolvimento com a tarefa e criatividade (...) capacidade e potencial para desenvolver esse conjunto de traços e usá-los em qualquer área potencialmente valiosa da realização humana, em qualquer grupo social".
(MEC/SEESP, Brasília, 1995; p. 13)

ALUNOS COM ALTAS HABILIDADES

Aluno exibido? Ou gosta de compartilhar suas descobertas?
Não é nota 10 em tudo! Precisa ser exigido como tal?
Atrapalha!... Ou tem outro tempo?
Se interessa demais!... Ou encherga e realiza outras associações?
É chato!... Ou me sinto desafiado?
Extrapola o tempo proposto!... Extrapola ou... vai além?
Não responde às expectativas do professor! E as de aprendizagem?
É desleixado! Não copia! Estará com outros interesses?
Precisará copiar para aprender?

Curso Altas Habilidades- Profª Angela Virgolim-UnB

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

OI GALERA! TEM NOVIDADES PARA VOCÊS. ..




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EM BRAILLE

INCLUSÃO - Revista da Educação Especial - Out/2005 51

Foi lançada na

Bienal do Livro, do

Rio de Janeiro, a Coleção

Conheça a Turma,

que traz as estorinhas

da Turma da

Mônica em Braille.

Trata-se de uma

iniciativa da Editora

Globo, em parceria

com a Fundação Dorina

Nowill para Cegos

(FDNC), com o

objetivo de permitir que crianças cegas

e com baixa visão – crianças que

possuem resíduo visual e precisam

de recursos especiais para leitura -

tenham acesso à obra de Maurício

de Sousa.

A Coleção vem com

um selo nas capas das edições,

o selo da Dorinha,

que foi criado, pelo autor,

com a finalidade de identificar

os livros em Braille.

Maurício de Sousa destacou

que “há tempos vinha

pensando

em incluir

personagens

com deficiência

em minhas

histórias. Seria

uma forma de sugerir a

inclusão e também

mostrar a diversidade.”

Ele afirma que

teve o cuidado de bus-

PROJETO EDUCAR

NA DIVERSIDADE

Formação docente

para a Inclusão

O Projeto Educar na Diversidade visa

contribuir para o processo de melhoria

da qualidade de ensino e da

eqüidade na educação, por meio do

desenvolvimento de escolas inclusivas

e da formação docente para a

inclusão com vistas a responder à

diversidade educacional dos estudantes,

possibilitando a superação

das barreiras à aprendizagem e a

participação social.

O projeto desenvolvido entre julho

2005 e dezembro de 2006 está estruturado

com ações de formação

de multiplicadores através de oficinas

realizadas em Belo Horizonte,

Natal, Curitiba e Manaus e as oficinas

realizadas em 144 (cento e

quarenta e quatro) municípios-pólo

envolvendo os docentes das 300

(trezentas) escolas participantes do

projeto. A disseminação e expansão,

car apoio junto a diversas instituições

especiais, com a intenção de

tratar o assunto de forma atualizada,

sem o perigo de passar algum

tipo de preconceito. Ele lembrounos

que, além da Dorinha, a personagem

que é cega, que foi inspirada

na Profª Dorina de Gouveia Nowill,

Presidente de honra da

FDNC, e que estreou

em 2004, a Turma da

Mônica conta também

com o Luca, uma criança

com deficiência física,

e com o Humberto,

que não fala.

A revista está disponível

para venda nas livrarias e

bancas de jornais.







domingo, 23 de agosto de 2009

OBJETIVOS GERAIS PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA CORRESPONDENTE A EDUCAÇÃO INFANTIL

Desenvolver uma imagem positiva de si mesmo atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações.

Descobrir e conhecer progressivamente o seu próprio corpo, suas potencialidades e limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidados com a própria saúde e bem estar.

Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas potencialidades de comunicação e interação social.

Observar e explorar o ambiente com atitudes de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante e transformador do meio ambiente, valorizando atitudes que contribuam para a sua conservação.

Brincar expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades.

Utilizar as diferentes linguagens ( corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas as diferentes intenções e situações de comunicação, de forma, a compreender e ser compreendido, expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva.

Conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.


ASPECTOS GERAIS DOS CONTEÚDOS

- 0 a 2 anos: Fase do despertar do EU - corporal
Conteúdos:
- Elementos de estruturação do domínio corporal.
- Relações ludo-afetivo-sociais com o objeto com o outro e com o meio.
- Elementos cognitivos.

- 2 a 6 anos: Fase da D escoberta do EU - corporal
Conteúdos:
- Elementos de estruturação do domínio corporal.
- Controle da inibição voluntária.
- Relações ludo-afetivo-sociais com o objeto com o outro e com o meio
- Elementos simbólicos.
- Elementos ludo-cognitivos.
- Conhecimento do espaço imediato.
- Primeiros jogos de lateralidade.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Estimulação Precoce

O estímulo precoce tem como objetivo desenvolver e potencializar, através de jogos, exercícios, técnicas, atividades e de outros recursos, as funções do cérebro do bebê, beneficiando seu lado intelectual, seu físico e sua afetividade.
Um bebê bem estimulado aproveitará sua capacidade de aprendizagem e adaptação ao seu meio, de uma forma mais simples, rápida e intensa.
Todos sabemos que os bebês nascem com um grande potencial e que cabe aos pais fazer com que esse potencial se desenvolva ao máximo de forma adequada, positiva e divertida.


Sugestões de Brinquedos usados na estimulação em bebês de 4 a 6 meses de idade:

CINTURÃO DE BERÇO

Objetivo: estimula a visão, audição, linguagem, tato, a expressão facial e corporal, equilíbrio e a curiosidade.
Material: elástico largo, brinquedos coloridos e guizos.
Confecção: prender os guizos firmemente no elástico, espaçadamente, prendendo o elástico no berço.

CALÇA-SOFA

Objetivo: estimula postura, autonomia e mobilidade.
Material: calça jeans, jornais e enfeites de E.V.A.
Confecção: fechar a barra da calça, encher com bolas de jornais (ou outro material) e enfeitar.

ESPELHO

Objetivo: explorar a imagem da criança para que conheça seu corpo e diferenças entre indivíduos, seus gestos, emoções (choro, riso, triste, alegre, grande, pequeno, bebê, mamãe).
Material: espelho, enfeites diversos.
Confecção: decorar o espelho a critério de cada um.

MÓBILE SONORO

Objetivo: serve para distinguir os sons, atenção, cores e texturas.
Material: sucata, botões, pedaços de lápis de cera, papel, nylon, sino.

ROLO DE ESPUMA

Objetivo: sustentação da cabeça.
Material: rolo, esponja, 1 folha de EVA, enfeites coloridos.
Confecção: enrolar a esponja no rolo, depois a folha de EVA, prender as pontas com fitas e enfeitar.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

PARA A GALERA EAD!

Claudio de Moura Castro claudio&moura&castro@cmcastro.com.br
Embromação a distância?

"No seu conjunto, as avaliações não deixam
dúvidas: é possível aprender a distância"

Novidade incerta? Mais um conto do vigário? Ilustres filósofos e distinguidos educadores torcem o nariz para o ensino a distância (EAD).

Logo após a criação dos selos de correio, os novidadeiros correram a inventar um ensino por correspondência. Isso foi na Inglaterra, em meados do século XIX. No limiar do século XX, os Estados Unidos já ofereciam cursos superiores pelo correio. Na década de 30, três quartos dos engenheiros russos foram formados assim. Ou seja, novo não é.

Ilustração Atômica Studio


E
AD significa que alunos e professores estão espacialmente separados – pelo menos boa parte do tempo. O modo como vão se comunicar as duas partes depende da tecnologia existente. No começo, era só por correio. Depois apareceu o rádio – com enorme eficácia e baixíssimo custo. Mais tarde veio a TV, área em que Brasil e México são líderes mundiais (com o Telecurso e a Telesecundaria). Com a internet, EAD vira e-learning, oferecendo, em tempo real, a possibilidade de ida e volta da comunicação. Na prática, a tecnologia nova se soma à velha, não a substitui: bons programas usam livros, o venerando correio, TV e internet. Quando possíveis, os encontros presenciais são altamente produtivos, como é o caso do nosso ensino superior que adota centros de recepção, com apoio de professores "ao vivo" para os alunos.

Há embromação, como seria esperado. Há apostilas digitalizadas vendidas como cursos de nomes pomposos. Mas e daí? Que área escapa dos vigaristas? Vemos no EAD até cuidados inexistentes no ensino presencial, como a exigência de provas presenciais e fiscalização dos postos de recepção organizada (nos cursos superiores).

Nos cursos curtos, não há esse problema. Mas, no caso dos longos, o calcanhar de aquiles do EAD é a dificuldade de manter a motivação dos alunos. Evitar o abandono é uma luta ingente. Na prática, exige pessoas mais maduras e mais disciplinadas, pois são quatro anos estudando sozinhas. As telessalas, que reúnem os alunos com um monitor, têm o papel fundamental de criar um grupo solidário e dar ritmo aos estudos. E, se o patrão paga a conta, cai a deserção, pois abandonar o curso atrapalha a carreira. Também estimula a persistência se o diploma abre portas para empregos e traz benefícios tangíveis – o que explica o sucesso do Telecurso.

Mas falta perguntar: funciona? Prestam os resultados? Felizmente, houve muita avaliação. Vejamos dois exemplos bem diferentes. Na década de 70, com Lúcia Guaranys, avaliei os típicos cursos de radiotécnico e outros, anunciados nas mídias populares. Para os que conseguiam se graduar, os resultados eram espetaculares. Em média, os alunos levavam menos de um ano para recuperar os gastos com o curso. Em um mestrado de engenharia elétrica de Stanford, foi feito um vídeo que era, em seguida, apresentado para engenheiros da HP. Uma pesquisa mostrou que, no final do curso, os engenheiros da HP tiravam notas melhores do que os alunos presenciais. Os efeitos do Telecurso são também muito sólidos.

Para os que se escandalizam com a qualidade do nosso ensino superior, sua versão EAD é ainda mais nefanda. Contudo, o Enade (o novo Provão) trouxe novidades interessantes. Em metade dos cursos avaliados, os programas a distância mostram resultados melhores do que os presenciais! Por quê? Sabe-se que a aprendizagem "ativa" (em que o aluno lê, escreve, busca, responde) é superior à "passiva" (em que o aluno apenas ouve o professor). Na prática, em boa parte das nossas faculdades, estudar é apenas passar vinte horas por semana ouvindo o professor ou cochilando. Mas isso não é possível no EAD. Para preencher o tempo legalmente estipulado, o aluno tem de ler, fazer exercícios, buscar informações etc. Portanto, mesmo nos cursos sem maiores distinções, o EAD acaba sendo uma aprendizagem interativa, com todas as vantagens que decorrem daí.

No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância. Cada vez mais, o presencial se combina com segmentos a distância, com o uso da internet, e-learning, vídeos do tipo YouTube e até com o prosaico celular. A educação presencial bolorenta está sendo ameaçada pelas múltiplas combinações do presencial com tecnologia e distância.


Claudio de Moura Castro é economista




Certifica.com

quarta-feira, 15 de julho de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

AUTISMO



Dez coisas que toda criança com autismo gostaria que você soubesse.
Por Ellen Nottohm

1) Antes de tudo eu sou uma criança.

Eu tenho autismo. Eu não sou somente "Autista". O meu autismo é só um aspecto do meu caráter. Não me define como pessoa. Você é uma pessoa com pensamentos, sentimentos e talentos. Ou você é somente gordo, magro, alto, baixo, míope. Talvez estas sejam algumas coisas que eu perceba quando conhecer você, mas isso não é necessariamente o que você é. Sendo um adulto, você tem algum controle de como se auto-define. Se quer excluir uma característica, pode se expressar de maneira diferente. Sendo criança eu ainda estou descobrindo. Nem você ou eu podemos saber do que eu sou capaz. Definir-me somente por uma característica, acaba-se correndo o risco de manter expectativas que serão pequenas para mim. E se eu sinto que você acha que não posso fazer algo, a minha resposta naturalmente será: Para que tentar?

2) A minha percepção sensorial é desordenada.

Interação sensorial pode ser o aspecto mais difícil para se compreender o autismo. Quer dizer que sentidos ordinários como audição, olfato, paladar, toque, sensações que passam desapercebidas no seu dia a dia podem ser doloridas para mim. O ambiente em que eu vivo pode ser hostil para mim. Eu posso parecer distraído ou em outro planeta, mas eu só estou tentando me defender. Vou explicar o porquê uma simples ida ao mercado pode ser um inferno para mim: a minha audição pode ser muito sensível. Muitas pessoas podem estar falando ao mesmo tempo, música, anúncios, barulho da caixa registradora, celulares tocando, crianças chorando, pessoas tossindo, luzes fluorescentes. O meu cérebro não pode assimilar todas estas informações, provocando em mim uma perda de controle. O meu olfato pode ser muito sensível. O peixe que está à venda na peixaria não está fresco. A pessoa que está perto pode não ter tomado banho hoje. O bebê ao lado pode estar com uma fralda suja. O chão pode ter sido limpo com amônia. Eu não consigo separar os cheiros e começo a passar mal. Porque o meu sentido principal é o visual. Então, a visão pode ser o primeiro sentido a ser super-estimulado. A luz fluorescente não é somente muito brilhante, ela pisca e pode fazer um barulho. O quarto parece pulsar e isso machuca os meus olhos. Esta pulsação da luz cobre tudo e distorce o que estou vendo. O espaço parece estar sempre mudando. Eu vejo um brilho na janela, são muitas coisas para que eu consiga me concentrar. O ventilador, as pessoas andando de um lado para o outro... Tudo isso afeta os meus sentidos e agora eu não sei onde o meu corpo está neste espaço.

3) Por favor, lembre de distinguir entre não poder (eu não quero fazer) e eu não posso (eu não consigo fazer)

Receber e expressar a linguagem e vocabulário pode ser muito difícil para mim. Não é que eu não escute as frases. É que eu não te compreendo. Quando você me chama do outro lado do quarto, isto é o que eu escuto "BBBFFFZZZZSWERSRTDSRDTYFDYT João". Ao invés disso, venha falar comigo diretamente com um vocabulário simples: "João, por favor, coloque o seu livro na estante. Está na hora de almoçar". Isso me diz o que você quer que eu faça e o que vai acontecer depois. Assim é mais fácil para compreender.

4) Eu sou um "pensador concreto" (CONCRETE THINKER). O meu pensamento é concreto, não consigo fazer abstrações.


Eu interpreto muito pouco o sentido oculto das palavras. É muito confuso para mim quando você diz "não enche o saco", quando o que você quer dizer é "não me aborreça". Não diga que "isso é moleza, é mamão com açúcar" quando não há nenhum a mamão com açúcar por perto e o que você quer dizer é que isso e algo fácil de fazer. Gírias, piadas, duplas intenções, paráfrases, indiretas, sarcasmo eu não compreendo.

5) Por favor, tenha paciência com o meu vocabulário limitado

Dizer o que eu preciso é muito difícil para mim, quando não sei as palavras para descrever o que sinto. Posso estar com fome, frustrado, com medo e confuso, mas agora estas palavras estão além da minha capacidade, do que eu possa expressar. Por isso, preste atenção na linguagem do meu corpo (retração, agitação ou outros sinais de que algo está errado).
Por um outro lado, posso parecer como um pequeno professor ou um artista de cinema dizendo palavras acima da minha capacidade na minha idade. Na verdade, são palavras que eu memorizei do mundo ao meu redor para compensar a minha deficiência na linguagem. Por que eu sei exatamente o que é esperado de mim como resposta quando alguém fala comigo. As palavras difíceis que de vez em quando falo podem vir de livros, TV, ou até mesmo serem palavras de outras pessoas. Isto é chamado de ECOLALIA. Não preciso compreender o contexto das palavras que estou usando. Eu só sei que devo dizer alguma coisa.

6) Eu sou muito orientado visualmente porque a linguagem é muito difícil para mim.

Por favor, me mostre como fazer alguma coisa ao invés de simplesmente me dizer. E, por favor, esteja preparado para me mostrar muitas vezes. Repetições consistentes me ajudam a aprender. Um esquema visual me ajuda durante o dia-a-dia. Alivia-me do stress de ter que lembrar o que vai acontecer. Ajuda-me a ter uma transição mais fácil entre uma atividade e outra. Ajuda-me a controlar o tempo, as minhas atividades e alcançar as suas expectativas. Eu não vou perder a necessidade de ter um esquema visual por estar crescendo. Mas o meu nível de representação pode mudar. Antes que eu possa ler, preciso de um esquema visual com fotografias ou desenhos simples. Com o meu crescimento, uma combinação de palavras e fotos pode ajudar mais tarde a conhecer as palavras.

7) Por favor, preste atenção e diga o que eu posso fazer ao invés de só dizer o que eu não posso fazer.

Como qualquer outro ser humano não posso aprender em um ambiente onde sempre me sinta inútil, que há algo errado comigo e que preciso de "CONSERTO". Para que tentar fazer alguma coisa nova quando sei que vou ser criticado? Construtivamente ou não é uma coisa que vou evitar. Procure o meu potencial e você vai encontrar muitos! Terei mais que uma maneira para fazer as coisas.

8) Por favor, me ajude com interações sociais.

Pode parecer que não quero brincar com as outras crianças no parque, mas algumas vezes simplesmente não sei como começar uma conversa ou entrar na brincadeira. Se você pode encorajar outras crianças a me convidarem a jogar futebol ou brincar com carrinhos, talvez eu fique muito feliz por ser incluído. Eu sou melhor em brincadeiras que tenham atividades com estrutura começo-meio-fim. Não sei como "LER" expressão facial, linguagem corporal ou emoções de outras pessoas. Agradeço se você me ensinar como devo responder socialmente. Exemplo: Se eu rir quando Sandra cair do escorregador não é que eu ache engraçado. É que eu não sei como agir socialmente. Ensine-me a dizer: "você esta bem?".

9) Tente encontrar o que provoca a minha perda de controle.

Perda de controle, "chilique", birra, mal-criação, escândalo, como você quiser chamar, eles são mais horríveis para mim do que para você. Eles acontecem porque um ou mais dos meus sentidos foi estimulado ao extremo. Se você conseguir descobrir o que causa a minha perda de controle, isso poderá ser prevenido - ou até evitado. Mantenha um diário de horas, lugares pessoas e atividades. Você encontrar uma seqüência pode parecer difícil no começo, mas, com certeza, vai conseguir. Tente lembrar que todo comportamento é uma forma de comunicação. Isso dirá a você o que as minhas palavras não podem dizer: como eu sinto o meu ambiente e o que está acontecendo dentro dele.

10) Se você é um membro da família me ame sem nenhuma condição.
Elimine pensamentos como "Se ele pelo menos pudesse…" ou "Porque ele não pode…" Você não conseguiu atender a todas as expectativas que os seus pais tinham para você e não gostaria de ser sempre lembrado disso. Eu não escolhi ser autista. Mas lembre-se que isto está acontecendo comigo e não com você. Sem a sua ajuda a minha chance de alcançar uma vida adulta digna será pequena. Com o seu suporte e guia, a possibilidade é maior do que você pensa. Eu prometo: VAI VALER A PENA.

E, finalmente três palavras mágicas: Paciência, Paciência, Paciência. Ajudam a ver o meu autismo como uma habilidade diferente e não uma desabilidade. Olhe por cima do que você acha que seja uma limitação e veja o presente que o autismo me deu. Talvez seja verdade que eu não seja bom no contato olho no olho e conversas, mas você notou que eu não minto, roubo em jogos, fofoco com os colegas de classe ou julgo outras pessoas? É verdade que eu não vou ser um Ronaldinho "Fenômeno" do futebol. Mas, com a minha capacidade de prestar atenção e de concentração no que me interessa, eu posso ser o próximo Einstein, Mozart ou Van Gogh. Eles também eram autistas. Talvez um dia iremos encontrar uma possível resposta para o alzheim ou para o enigma da vida extraterrestre - O que o futuro tem guardado para crianças autistas como eu, está no próprio futuro. Tudo que eu posso ser não vai acontecer sem você sendo a minha Base. Pense sobre estas "regras" sociais e se elas não fazem sentido para mim, deixe de lado. Seja o meu protetor seja o meu amigo e nós vamos ver até onde eu posso ir.

IMPORTANTE!

Carta aberta da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down

No começo do anos 80 o conceito de Inclusão Total começou a tomar conta do Brasil.

Defensores da idéia como Marsha Forest e Jack Pearpoint influenciam familiares e professores com a idéia

de que pessoas com deficiência podiam e deviam conviver e aprender com todas as crianças, e provaram

que isso era possível,"Inclusão tem tudo a ver com mudança".

Estar incluido quer dizer estar junto, compartilhar, crescer e construir com a própria geração, significa

também pertencer, exercer cidadania e existir frente à sociedade como sujeito de direitos e deveres



É preciso considerar que a educação inclusiva como conceito de Educação para Todos(as),onde não existe

a presença do mas,não há espaço para exceções. Lugar de criança é na escola regular e dentro da classe

comum,não importa a etnia, classe,orientação sexual, população,ou se é do campo ou da cidade. Pertencer

é um direito, e no caso da criança, é dever da família, do Estado e da sociedade , e por isso mesmo, todas

as crianças podem e devem estudar e conviver dentro da escola, com os pares da sua própria geração, e

dessa maneira ter garantida a posssibilidade de, em conjunto, construir passo a passo a cidadania.

A deficiência perpassa por todos os segmentos e setores da sociedade, e é alarmante o fato de que 80%

das pessoas com deficiência são pobres e excluidas da mesma forma que grande parte da população

brasileira, que não teve muitas oportunidades, entre elas o direito de estudar.



Um dos grandes avanços que percebemos é a mudança desse quadro,em um Brasil que tenta equiparar

direitos, com mais oportunidades para todas as pessoas e com políticas públicas que incluem as pessoas

com deficiência na sociedade, começando pelo sistema de ensino, da educação infantil até a universidade.

O papel da SEESP/MEC vem sendo desempenhado no sentido de cumprir a legislação vigente,da nossa Lei

maior à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que equivale à Emenda Constitucional,e

respeitando as hierarquias legais.O apoio da SEESP é fundamental para o avanço e conquistas, seja hoje

na escola,seja na universidade, e seja no futuro dentro do mercado de trabalho.

Inclusão para a Autonomia é o que queremos e precisamos fazer que aconteça para os nossos filhos e

filhas, inclusão em todas as àreas, começando pela educação, em busca do futuro sem segregação, com

pares com e sem deficiência, de todas as cores e tamanhos, culturas e religiões,ou seja, com a cara do

Brasil.



Essa é a meta da inclusão, transformar a sociedade para que seja de todos e todas e eliminando toda e

qualquer forma de preconceito e discriminação, com o entendimento de que somos todos Gente e iguais

nas diferenças, independente de qualquer coisa.

Crianças e adolescentes com síndrome de down PODEM, e cabe a nós, familiares, apoiadores e parceiros,

reconher e fortalece-los em seus direitos, para que façam suas próprias escolhas,sejam independentes e

tenham autonomia,e sempre que necessário, com todo apoio.



Sabemos que já avançamos muitos, mas ainda temos uma longa estrada a percorrer, e queremos fazer isso

em parceria com o Governo e a sociedade, pois nada atinge o outro sem que nos atinja também, e a

construção da sociedade inclusiva, de tijolo em tijolo, envolve todos os atores que lutam por um mundo

melhor,acessível,inclusivo,mais justo,humano, livre de barreiras atitudinais,e onde um cromossomo a mais

não seja justificativa para preconceito,discriminação e segregação.



Vamos em frente por que juntos somos fortes!

Federação Brasileira das Associações de

Síndrome de Down-FBASD



End: CRS 507 Bloco 67 / CEP:70.351.520 Brasilia-DF / Tel 61-32448514

e-mails: secretariafbasd@gmail.com ou presidentefbasd@gmail.com

sábado, 11 de julho de 2009

VIVA AS DIFERENÇAS!

Capa da revistinha de lançamento da personagem Tati, pelo Instituto Maurício de Souza e Instituto MetaSocial, com patrocínio da ManteCorpo Instituto Maurício de Souza, uniram-se em favor dessa causa acreditando na importância de difundir o respeito à diversidade como meios de barreiras e unir diferenças, como resultado dessa parceria, e com apoio da ManteCorpo o Instituto Maurício da Souza lança a revistinha "Viva as diferenças"! A revistinha tem o propósito de esclarecer a população sobre alguma aspectos da "Sindrome de Down"e, desta forma ampliar a oportunidade de inclusão e a possibilidade de aprendizado mútuo, reforçando o conceito de que cada ser é único e que Ser Diferente é Normal. Conviver com as diferenças possibilita uma troca de conhecimentos enriquecedor, e é o primeiro passo para se aprender a valorizá-las e respeitá-las.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

AULA PRESENCIAL - PROVA NO PÓLO 04/07/09

Apesar do nervosismo e pelo meu dedo quebrado, muita animação de todos!!

terça-feira, 7 de julho de 2009

PENSE NISSO!


"A EDUCAÇÃO É
A ARMA MAIS PODEROSA
QUE VOCÊ
PODE USAR PARA MUDAR
O MUNDO"

Nelson Mandela

QUALIFICAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL:

Confraternização da turma do curso de Educação Especial, com o professor Gustavo Montiel.

CURSO DE EDUCAÇÃO INFANTIL:


Encerramento do curso de Educação Infantil na Exattus de Livramento.

EDUCAÇÃO!

ATENÇÃO:

PEDAGOGIA



DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À PEDAGOGIA


Definições de pedagogia:


A Pedagogia é a ciência ou disciplina cujo objetivo é a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo.pt.wikipedia.org/wiki/Pedagogia


A função ou trabalho do professor; ensino; a arte ou ciência de ensinar; métodos de instruçãopt.wiktionary.org/wiki/pedagogia


Pedagogo - Especialista em pedagogia; Aquele que ensina as criançaspt.wiktionary.org/wiki/Pedagogo


Condução do saber , preocupa-se com o ato de ensinar e de aprender.ead.cefetpa.br/mod/glossary/view.php


Teoria que investiga a teoria ea prática da educação nos seus vínculos com a prática social global. (Libâneo,1994).http://www.google.com.br/url?sa=X&start=7&oi=define&q=http://www.jacobycontabilidade.com.br/rh/glossario.html&usg=AFQjCNEfedxl_-c_pJ_hJQRTKlOllg5ElQ


Áreas de atuação :

A Pedagogia se caracteriza fundamentalmente por ser uma área de aplicação - Piaget a denominava como "Praxiologia" visto que sua especificidade é a produção de conhecimentos, na medida que este é aplicado, por que os conhecimentos gerados por ela têm o objetivo de desenvolver processos educativos. Ao desenvolver seus conhecimentos interage com outras áreas afins das ciências humanas, como é o caso da Filosofia, Psicologia, Sociologia, Astronomia, dentre outras.


Função do Pedagogo:

A Pedagogia tem uma importante função no desenvolvimento das pessoas e da sociedade.
Essa função é tarefa do pedagogo, que é aquele que conduz. Portanto, para onde deve conduzir a si e ao outro como pessoa. Para o desenvolvimento pleno de todas as dimensões, do ser humano como indivíduo e sociedade.
Os pedagogos devem auxiliar a si mesmo e à criança a explicar e desenvolver as dimensões do fazer, saber e ser, com isso construindo uma ação pedagógica baseada no compromisso ético do ser humano consigo mesmo e com a sociedade e o meio em que vive.


Devemos compreender que:

O Pedagogo, para fazer Pedagogia, deve "Ressurgir, renascer das próprias cinzas".
A partir de então, e somente então, pode fazer a formação completa da criança.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

"A ARTE E DESENVOLVIMENTO DA PESSOA ESPECIAL"

Fazer arte é, "produzir um estado psíquico em que o sujeito começe a fazer experiências com seu ser, um ser em que nada mais é definitivo nem irremediávelmente petrificado; é produzir um estado de fluidez de transformação e de vir a ser".
( Jung, 1999, p.44 )
ARTE

Pode-se definir arte como meio de expressão comum à cultura de todos os tempos. Porém, um dos maiores problemas do sistema educacional é a não compreensão da natureza expressiva nas artes visuais, estabelecendo territórios separados e fronteiras invioláveis para a ciência e para a arte, quando não se pode fazer distinção entre uma e outra.

NATUREZA E FUNÇÃO

Fundamenta-se no desenvolvimento do educando em relação à sensibilidade, à percepção e observação e ao pensamento crítico frente a obra de arte, sua leitura e fazer artístico, buscando promover um ensaio para a compreensão critica da ARTE. Esta caracteriza-se em sua constituição com ciência.

Devido a complexidade sócio-cultural, fas-se necessário um estudo de sua natureza e função:

SENSÍVEL- relacionada com o "EU" sensível do aluno, portanto configura-se como natureza sensível, expontânea em sua forma de expressão. Importante, esta forma expontânea está subjetivamente relacionada com os aspectos afetivos vivênciados pelo aducando.

INTUITIVA- nesta forma a intuição é como a luz, a claridade que vem do interior, da alma, de dentro de nós mesmos, não sendo necessário a busca de ensinamentos do exterior.
OSTROWER, Fayga(1978), diz que: "a intuição capta a realidade verdadeira, a interioridade, a continuidade do objeto a ser conhecido. Entretanto ela, não precisa de nenhum suporte externo para realizar uma função específica".
Para outros a intuição nasce num momento inesperado quando o pensamento lógico foi esgotado. Esta se processa pela visão, audição... sensível, direta de algo real no plano da sensibilidade, pela percepção que se forma em decorrência do estreitamento das relações, e ainda pela participação emocional dirigida aos valores internos.

domingo, 19 de abril de 2009

DEPRESSÃO INFANTIL: MITO OU REALIDADE !

Informações sobre o distúrbio ajudam o docente no fazer pedagógico

Até a década de 40 não se admitia o fato de crianças tornarem-se depressivas. Elas eram vistas como adultos em miniatura que não passavam por problemas nem conflitos. Com o passar dos tempos, esta concepção evoluiu e a criança passou a ser vista como um ser em desenvolvimento que apresenta conflitos internos e externos, bem como necessidades e anseios, tanto quanto um adulto. Estes conflitos, necessidades e anseios, se mal resolvidos, podem causar aiguma sequela negativa na formação da criança, como também podem desencadear outros processos que levem à depressão.

O reconhecimento da existência do estado depressivo em crianças levou tempo considerável e isso só foi possível a partir das décadas de 40 e 50, com muitos psicanalistas, como Abraham, que descreve uma forma de depressão pré-edipiana; Fenichel, que sugere a possibilidade da existência de alterações de comportamento no primeiro ano de vida, e outros que denominam de depressão analíctica um conjunto de características que surgem em crianças separadas da mãe no primeiro ano de vida.

Estes e outros psicanalistas podem ser considerados os precursores de estudos sobre a depressão infantil. Percebe-se que os nomes dados por eles a esta doença que hoje afeta muitas crianças foram outros, mas o importante é que, por meio de autores como eles, o assunto Depressão Infantil aflorou no ramo da psicanálise.

Foi a partir da década de 70, com o desenvolvimento da medicina, mais especificamente da psiquiatria infantil, que passou a ser atribuída impotância às incidências de depressão em crianças, pois, até então, era pouco ou nada conhecida.

Depressão em diferentes momentos

Marcelli caracteriza a depressão em função da idade: a depressão do bebê e da criança bem pequena (até 24 - 30 meses), a depressão da criança pequena (de 3 a 5/6 anos) e a depressão na adolescência (12 aos 16 anos).
A separação da mãe, a mudança da imagem materna, de condições de vida, a carência afetiva, a mãe depressiva e a carência alimentar são fatores que podem desencadear o sofrimento e, conseqüentemente, a depressão em um bebê. Os principais sintomas da depressão são o olhar apagado, o bebê não brinca com as mãos e com mordedores, haver ausência de balbucio e de curiosidade exploratória. A expressão lingüística e a motora sofrem perturbações, atrasando o processo de desenvolvimento.

A depressão da criança pequena é desencadeada geralmente por uma separação ou por uma perda brutal. A criança passa a apresentar comportamento de isolamento, retraimento, calma excessiva que pode ser interrompida por ações agressivas de fuga. Nesta idade, a criança depressiva evita brincar com outras crianças, apresenta alterações no sono e no apetite. Marcelli considera brutal a colocação de uma criança pequena depressiva em classe escolar, por que ela não suporta a inserção no grupo. Já a depressão do adolescente, freqüentemente, é relacionado aos remanejos psicoafetivos característicos desta faixa etária.

A depressão envolve um conjunto de sintomas que levam a criança à angústia e ao sofrimento. Estes sintoma podem ser confundidos com birra, falta de educação ou mimo. São citados, nas bibliografias consultadas, alguns sintomas como: dificuldades em se afastar da mãe, angústias, tristezas, crises de choro, medo, pessimismo, agressividade, mudança de apetite,e do sono, isolamento social, falta de atenção, agitação excessiva ou hiperatividade, irritabilidade, baixo auto-estima, sentimento de inferioridade, fala de morte ou suicídio, baixo rendimento escolar e dores no corpo.

domingo, 12 de abril de 2009

ADAPTAÇÕES CURRICULARES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A seguir, a título de facilitar o trabalho docente, sugerimos alguns recursos que podem ser utilizados quanto a adequações no atendimento de alunos com necessidades especiais, esclarecendo que estes devem estar previstos no planejamento das atividades curriculares. Os recursos são meios auxiliares no desenvolvimento das ações que precisam estar bem-definidas no plano de trabalho do professor.

Para alunos com altas habilidades:

* Engajamento em atividades cooperativas e de pesquisa.
* Materiais, equipamentos e mobiliário que facilitem o trabalho educativo.
* Ambientes enriquecedores para o desenvolvimento dos conteúdos.
* Materiais escritos que estimulem a criatividade: lâminas, murais e gráficos.
Além dos recursos listados, que como já dissemos, não são solução de aprendizagem, mas, indicativos de formas para a condução da ação planejada, é preciso que se pense:

* nas estratégias de ensino e aprendizagem, bem como na avaliação e nas atividades que levem em conta as dificuldades dos alunos especiais, eliminando atividades que não sejam possíveis de serem cumpridas por parte do aluno;
* nas adaptações, dentro da programação regular, dos objetivos, conteúdos, e critérios de avaliação, sempre que necessário. Para esta definição, deve-se fazer uma avaliação psicopedagógica, cujo objetivo é investigar os níveis de competência atual do aluno, bem como verificar que fatores estão, ou não estão, facilitando o seu desenvolvimento, para que se tome decisões que permitirão modificações ou ajustes, a fim e torná-lo, mais adequado a cada caso.

Para alunos com deficiência mental:

* Ambientes de sala de aula que favoreçam a aprendizagem ("cantinhos" de arte, do teatro, da leitura etc.), favorecendo o trabalho diversificado em grupos ou inividual.
* Desenvolvimento de habilidades adaptativas: sociais, de comunicação, cuidado pessoal e autonomia.

Para alunos com deficiência visual:

* Materiais desportivos adaptados: bola de guizo e outros.
* Sistemas alternativos de comunicação: sistema Braille, cartazes com escritas ampliadas.
* Textos escritos, com ilustrações táteis (diversas texturas: lixa, algodão, veludo), auxiliando a compreensão.
* Posicionamento do aluno em sala de aula de modo a favorecer a escrita do professor.
* Disposição do mobiliário escolar favorecendo a locomoção em sala de aula.
* Explicações verbais sobre o material visual apresentado na aula.
* Adaptações de materiais escritos: tamanho das letras, relevo, softwares educativos do tipo ampliado.
* Uso de máquina de escrever Braille, bengala longa, livro falado.
* Pranchas ou presilhas para não deslizar o papel, lupas, computador com sintetizador de vozes.
* Apoio físico, verbal e instrucional para viabilizar a orientação e mobilidade do aluno cego.

Para alunos com deficiência auditiva:

* Materiais e equipamentos específicos: próteses auditivas, treinadores de fala, tablado em madeira facilitando a transmissão do som e softwares específicos.
* Textos escritos acompanhados de outros tipos de linguagem: linguagem gestual, língua de sinais.
* Sistema auternativo de comunicação adaptado ás possibilidades do aluno: leitura crofacial, leitura e linguagem de sinais.
* Salas-ambientes para treinamento auditivo, de fala e de ritmo.
* Posicionamento do aluno na sala de aula de tal modo que possa acompanhar os movimentos faciais do professor e colegas de classe.

Para alunos com deficiência física:

* Sistemas aumentativos ou alternativos de comunicação adaptado ás possibilidades do aluno impedido de falar: sistemas de símbolos (pictográficos, ideográficos e arbitrários), tabuleiros de comunicação, sinalizadores mecânicos.
* Adaptações de elementos materiais: rampa. elevador, pátio de recreio, barra de apoio, alargamento de portas, mobiliário, materiais de apoio (andador, colete, abdutor de pernas, faixas restringidoras); materiais de apoio pedagógico (tesouras, ponteiras, computadores).
* Remoçao de barreiras arquitetônicas.
* Utilização de planchas de presilhas para não deslizar o papel, suporte para lápis, presilha de braços, cobertura de teclados etc.
* Textos escritos complementados com elementos de outras linguagens e sistemas de comunicação.